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Conheça o fundador da Vitamazônia: Jander Alves do Nascimento

Atualizado: Jan 18


Jander Alves do Nascimento, economista, Bacharel em Direito e fundador da Vitamazônia. Foto: Arquivo pessoal.

Nascido em Manaus, capital do Amazonas, Jander Alves do Nascimento é economista, Bacharel em Direito e trabalha como policial civil com especialização em defesa ao meio ambiente da Amazônia.

Muito antes das queimadas na Amazônia baterem recordes como os do ano passado e ter sido o bioma mais afetado por elas em 2020, de acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), Jander já se indignava com esta situação. Além disso, as secas e as grilagens de terra - uma prática antiga de envelhecer documentos forjados para conseguir a posse de determinada área de terra - levaram o amazonense, que nunca havia trabalhado em outro projeto de preservação ambiental, a fundar, em 2007, junto com os amigos e com dinheiro do próprio bolso, uma ONG para ajudar a maior floresta tropical do mundo. Foi assim que nasceu a Vitamazônia.

A Vitamazônia é, portanto, uma organização não governamental sem fins lucrativos que visa proteger o meio ambiente amazônico. Desde a sua fundação, em 2007, o Instituto desenvolve e promove projetos eco ambientais, cursos, treinamentos e outras ações focadas na parceria homem e natureza. Os projetos vão desde a recuperação de áreas degradadas aos planos de manejos florestais sustentáveis não madeireiros, e preservação integral da floresta nativa primária.

Além disso, em várias comunidades ribeirinhas, técnicos da Vitamazônia apresentam métodos simples de reciclagem e produção de alimentos em hortas caseiras. Nas indústrias e outros tipos de empresas, realizam cursos e palestras sobre coleta, reciclagem e destinação de resíduos sólidos e arrecadam alimentos e roupas para moradores carentes de cidades em estado de emergência no Amazonas.

Junto à ONG, Jander já conseguiu preservar milhões de árvores e milhões de seres que vivem na floresta da Reserva Ambiental Ariramba, além de ajudar dezenas de famílias de ribeirinhos e índios. O amazonense pretende criar muito mais áreas de proteção ambiental, evitar queimadas, grilagem e evitar o êxodo rural para grandes cidades.

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